sábado, 15 de setembro de 2012

Monster of Rock Amapá: Keona Spirit, Amatherasu e Serimonial Sombrio


Quando: Dia 6 de Outubro
Local: Teatro das Bacabeiras (2º piso MIS)
Horario: A parti das 19:00 horas

Local: Teatro das Bacabeiras (2º piso MIS)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Rock e Indústria Cultural


No início do século XX, Theodor W. Adorno – um dos mais proeminentes pensadores da Escola de Frankfurt – dedicou alguns dos seus textos para refletir sobre um fenômeno da chamada indústria cultural. Esse conceito, segundo o pensador, consistia em estabelecer quais as implicações do processo de mercantilização das práticas culturais. Segundo ele, desde o século XIX, a cultura passou a ser aviltada pelo interesse do sistema capitalista.

Para exemplificar seu raciocínio, Adorno buscou, principalmente na música, um exemplo dos problemas que implicariam na comercialização da cultura. Em seu famoso texto “O fetichismo na música e a regressão da audição”, o autor vai demonstrando quais seriam os problemas que a reprodução da música por meio do disco e do rádio trariam à cultura. Além disso, fazendo uma análise musical, tomando o jazz como principal referência, o autor vai demonstrando como determinados padrões de repetição estética empobreceriam o gosto musical das pessoas.

Em certa medida, as críticas deste pensador alemão em muito definem a situação da cultura e, por vezes, parece falar da situação contemporânea. Sem dúvida, nos dias de hoje, muitas pessoas moldam seu gosto musical por meio de padrões estéticos e simbólicos oferecidos pelos meios de comunicação. Ao mesmo tempo, as gravadoras cada vez mais se preocupam em vender do que privilegiar o processo criativo livre dos artistas.

As ideias de Adorno, elaboradas em 1938, estabeleceram uma visão apocalíptica sobre o futuro da música cooptada pela indústria cultural. No entanto, o surgimento de um novo estilo musical nos Estados Unidos viria a contrapor-se às teorias elaboradas pelo pensador alemão. O rock’n roll foi um estilo que surgiu entre a população jovem estabelecendo uma leitura das contribuições de três gêneros populares anteriores: o country, o blues e o jazz.

Utilizando as mesmas formas “limitadas” do fazer musical instituído no início do século XX, o rock utilizava de ritmos fortemente sincopados para falar sobre novas concepções de vida, amor e mundo. Mesmo em seus primórdios, onde as letras falavam do prazer de se dançar o rock ou situações românticas, podemos reconhecer visões de mundo que demonstravam as mudanças de valor que marcaram essa época. Nesse sentido, podemos ver no rock uma manifestação cultural capaz de pensar e refletir sobre o contexto de uma época.

Mesmo entre os roqueiros de grande projeção comercial, podemos notar a presença de canções onde a ingerência de uma indústria cultural parece ser falha. Já em 1956, a canção “Long Tall Sally”, de Little Richard, falava sobre as aventuras sexuais de um homem que buscava nas relações extraconjugais uma fuga das obrigações do trabalho e do matrimônio.

Até mesmo nas mais românticas canções de Elvis Presley, visto por muitos como um roqueiro demasiadamente comportado, vemos uma interessante contradição. A imagem máscula e atrativa do “rei do rock” fazia um interessante contraste com letras onde ele se mostra completamente subordinado à figura feminina. Em canções como “Hard Headed Woman”, “Teddy Bear” e “Devil in Disguise” temos claros exemplos da situação apresentada.

Por fim, poderíamos dizer que o rock morreu com a indústria cultural? Definitivamente, não. Basta lembrar que no início dos anos de 1980, o AC/DC, uma das mais cultuadas bandas do rock, detém a marca do segundo disco mais vendido da história. Caso esse argumento não seja bastante, podemos vislumbrar como uma banda fabricada como “The Monkeys” saiu para o trabalho independente e conseguiu boas vendagens combinadas com letras críticas como “Pleasant Valley Sunday”.

Sem seguir regras ou as exigências dos próprios fãs, esse gênero musical busca transgredir padrões e não cultuar o passado ou os primórdios de um tempo áureo. Por isso, o rock é uma forma de se conceber e não cristalizar a arte com criatividade e inovação. Clássico, pesado, pop, hard ou punk, o rock ainda presa por uma liberdade criativa que, talvez, nem mesmo Adorno pudesse ter imaginado.

ADAPTADO DE BRASIL ESCOLA

terça-feira, 10 de julho de 2012

Dia Mundial do Rock
Realização: Sonora Produções, Imperial Music, Liberdade ao Rock.
Patrocínio: Governo do Estado do Amapá

Apoio de Comunicação do Blog Tribos AP.

Dia 13 de julho (sexta )NA PRAÇA DA BANDEIRA com as bandas:

L.B.R,
DESIDERARE,
CAPITAL MORENA,
DKOFF,
INVASORES DO FORTE,
BLACKOUT,
EXILLIUS,
SUBORDINADOS,
OS ARRANJADOS,
HELOIN,
GRAVIDADE ZERO,
THE END,
DIYNG BREED,
ARMA DE FOGO,
MYSTERIAL,
THE HIDES,
NOVA ORDEM,
BEATLE GEORGE,
URUBU MORTALHA,
DAMA DE PRETO.
VSEIS ( GUYANA)

Dia 15 de Julho (DOMINGO)NO PARQUE DO FORTE com as bandas:

RADIO VOXX
PSICHO CANDY
METAL ALIANCE
AMATHERASU
VELHO JOHNNY
CERIMONIAL SOMBRIO
VILA VINTÉM
MANO BLUES
MATINTA PERERA
SAMSARAMAYA
EXTRAVAGANZA
MENTAL CAOS
CARNYFECTOR
HIDRAH
VENNECY
DR SIN ( SÃO PAULO)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Dr. Sin em Macapá comemorando o dia do Rock

Por: Jéssica Alves - Via http://jessyalternativa.blogspot.com.br


Informações divulgadas ontem, durante o workshop do Marcelo Barbosa (guitarrista do Almah/ Khallice e Brasília Zero10), pela Sonora Produções (Alan Flexa, Luiz Rodrigues e Bio Vilhena) confirmaram. A banda DR. SIN estará em Macapá no dia 15 de julho, comemorando o dia Mundial do Rock!


O evento será realizado em duas partes. A primeira no dia 13 de julho, na Praça da Bandeira, com atrações locais e uma banda de thrash metal a confirmar. E no dia 15, o evento será na área da Fortaleza de São José, com a presença de 10 bandas locais e a headliner paulista.


DR.SIN


Formada em 1991 por Eduardo Ardanuy e pelos irmãos Andria e Ivan Busic, o Dr. Sin é uma conceituada banda brasileira de rock and roll que por muitas vezes foram aclamados como os melhores músicos e melhor banda pela mídia especializada. Estreando na grande mídia durante o Hollywood Rock, em 1993, esse foi o pontapé inicial para mostrar ao mundo o seu rock and roll.


Durante aquelas noites, DR.SIN realizou concertos inacreditáveis. Em 1993, arriscaram-se a ir para os EUA. E, após alguns concertos por lá, assinaram com a Warner International e o álbum (DR SIN) foi lançado em nove países. Seu segundo álbum (BRUTAL) foi lançado no Japão sob o nome de (SILENT SCREAM), seguido pelo álbum (INSINITY) e o álbum ao vivo (LIVE IN BRAZIL). O álbum (LIVE IN BRAZIL) fez parte de um /box-set/ de Yngwie Malmsteen.


Atualmente o ultimo lançamento da banda é o álbum (ANIMAL) que apresenta muitas novidades e um som que definitivamente faz jus ao título. Essa é fórmula inigualável do DR SIN, que é, sem dúvida, um grande orgulho para os brasileiros e que está pronto para conquistar o mundo! (informações do release oficial da banda).


REALIZAÇÃO Sonora Produções,Imperial music,Liberdade Ao Rock e demais parceiros.
APOIO: Governo do Amapá
Dia 13 de julho(sexta)NA PRAÇA DA BANDEIRA,COM 20 bANDAS LOCAIS E + UMA BANDA DE TRASH METAL DA GUYANA..
DIA 15 DE JULHO(DOMINGO)NO PARQUE DO FORTE 10 BANDAS LOCAIS E ENCERRAMENTO DR. SIN!....


Agora é só esperar chegar a data a curtir muito o som bacana do Dr. Sin \m/. O blog Olhar Alternativo e Tribos AP estarão presentes, fazendo cobertura

sábado, 16 de junho de 2012

Andrey Góes - Novo integrante da Seed Falls


No último dia 15 (Sexta), o líder da banda Seed Falls, Alan Flexa, comunicou em nota oficial no grupo da banda do Facebook, a entrada do guitarrista Andrey Góes para dividir as guitarras da com ele. Andrey que já faz parte da grande banda de metal mapaense Hidrah.
Esse é mais um passo para esse retorno tão esperado da Seed Falls, agora nos resta aguardar o lançameto do novo álbum e continuar curtindo o sucesso do relançamento do álbum 'Time".

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Promoção Tribos AP e Imperial Music - Workshop Marcelo Barbosa




Curta a página da Tribos AP no Facebook (http://www.facebook.com/pages/Tribos-AP/196873947073709), compartilhe esse Banner o máximo de vezes e concorra a 2 ingressos para o Workshop com Marcelo Barbosa. (Sorteio dia 26/06)
PARCERIA IMPERIAL MUSIC E TRIBOS AP.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

As Divas do Rock/Metal Amapaense

Elas mostram que são mais que um rosto bonito e provam que as mulheres dominam o cenário Headbanger e Underground Amapaense.


Hanna Paulino, mãe da Lohanna vocalista da banda de Heavy Metal Melódico amapaense HIDRAH já se tornou a grande diva do Metal Amapaense. Foi protagonista de um dos momentos mais memoráveis para o Heavy Metal Amapaense realizando um dueto com o vocalista Edu Falaschi ex Angra e atual Almah.


Carol Pessoa, jornalista formada, vocalista da banda de Rock Dama de Preto.



Vanessa Rafaelly, vocalista de bandas como Seed Falls e Templarios, atualmente faz parte da banda de Heavy Metal Cristão Mysterial.


Beliza Alfaia, divide o vocal da banda de Heavy Metal Gravidade com Orielson Pantoja.