sexta-feira, 28 de setembro de 2012

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Hoje os fãs da banda Oficina G3 amanheceram com uma triste notícia no blog do Evento AVIVA AMAPÁ:
O evento AVIVA AMAPÁ foi transferido para a data de 15 de Dezembro devido a problemas relacionados com passagens aéreas para os participantes. Haveria um Pré - Aviva com o OFICINA G3 no dia 29 de setembro no SESI, porém, foi cancelado e será tudo dia 15/12/2012 - Todas as pessoas que compraram entradas serão contactadas para maiores esclarecimentos.
Qualquer dúvida entre em contato com 9199-6171 - Coordenação do AVIVA AMAPÁ.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

AGENDA CULTURAL - VILA DO ROCK

Vamos a mais uma edição com ótimas bandas e uma Discotecagem surpreendente!
Noite com uma boa musica e a presença dos amigos, assim se faz o vila do Rock.

* Novos e Usados (Autoral)

* Silver Boys Rock Band ( Rock anos 60 e 70 os Clássicos e Couver The Beatles)

* Vennecy (Hard Rock )


Discotecagem : Enzo Oliveira

Valor do Ingresso R$ 15,00 (Valor único)


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Oficina G3 de Volta à Macapá


No dia 29 de Setembro a banda de Rock Cristão Oficina G3 se apresenta no Sambodromo no festival Gospel Aviva Amapa no Meio do Mundo. A banda volta ao Estado dois anos depois do lamentável caso de preconceito religioso que acarretou no cancelamento de um show (http://jessyalternativa.blogspot.com.br/2010/04/lamentavel-oficina-g3-e-vitima-de.html), frustrando os fãs da banda que apenas agora poderão desfrutar do show DDG da banda.

Aviva Amapa
Local:Sambodromo
Horário: 00:00
Infos:
(96) 32512433/91996171/88043275/81116340 claudiane_ap@hotmail.com/claudiane.ap@gmail.com

SOBRE O OFICINA G3
A utilização dos mesmos ritmos e linhas melódicas num estilo romântico já foram características da música evangélica no Brasil que hoje é lembrada como forma tradicional dentro das igrejas. A tendência mudou e hoje instrumentistas, cantores e todo o segmento do áudio e fonográfico se profissionalizaram tornando-se um mercado bem exigente.
Um dos representantes desta visível mudança no segmento gospel da música foi a banda Oficina G3.
Além de cabelos coloridos, tatuagens, brincos e guitarras distorcidas, eles foram muito além: levaram sua música para fora das fronteiras mercadológicas, ideológicas e territoriais. Suas letras abordam não apenas temas religiosos, mas também aspectos sociais como combate às drogas, corrupção, injustiças, devastação do meio ambiente, dentre outros, buscando levar uma mensagem que faça diferença na vida das pessoas e no mundo.
Com sete discos de ouro, turnês pelo continente americano, Europa, América Latina, Japão e uma agenda lotada durante o ano todo, o OFICINA G3 tornou-se a banda cristã mais conhecida do Brasil, levando multidões às suas apresentações. E boa parte deste público é formado por pessoas que não se interessariam normalmente por esse segmento musical, quebrando, mais uma vez, o preconceito.
Mas o reconhecimento do trabalho não é fruto do acaso. Na estrada há mais de 20 anos, seus músicos contam com o apoio de grandes empresas do mercado. Juninho Afram, guitarrista, é patrocinado pelas guitarras TAGIMA e cordas Dean Markley, tendo não apenas um, mas dois modelos signature – uma guitarra produzida totalmente de acordo com as especificações e preferências do próprio músico, vendida com a sua assinatura. Foi o primeiro músico cristão a ter esse tipo de instrumento lançado no Brasil. Respeitado como um dos quatro melhores guitarristas do país, Juninho é compositor, arranjador e já escreveu para as principais revistas de guitarra do Brasil. Nascido em família de músicos, Duca Tambasco é baixista e arranjador, também endorser da Tagima, sendo inclusive o primeiro músico a ter um baixo criado especialmente com a sua assinatura, dentro da “signature series” da empresa. Patrocinado pela Kurzweil, símbolo de excelência em instrumentos musicais, responsável por grandes inovações em teclados e tendo um time de endorsers dos mais respeitados do mundo, com Stevie Wonder, Jon Carin (Pink Floyd e outros), Jordan Rudess (Dream Theater), Alan Howarth (um dos maiores compositores de Hollywood) e Steve Walsh (Kansas), Jean Carllos tem feito escola nos teclados do G3 com seu estilo singular e diferenciado de tocar.
De origem paulista, a banda, formada em 1987, tem alguns números impressionantes:
· Já se apresentaram em todas as principais casas de show do país, incluindo dezenas de cidades do interior, onde poucas bandas vão.
· Foram o único grupo cristão a tocar no Rock in Rio 3.
· Fizeram shows em estádios como Pacaembu, Canindé e Maracanã para públicos de até 200 mil pessoas.
· Tiveram matérias publicadas em revistas de expressão nacional (Veja, Isto É, Época, Backstage, Guitar Player,Cover Guitarra, Roadie Crew), jornais (Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, Jornal do Brasil, Notícia Agora, Estado de Minas, Correio Braziliense e todos os maiores do país, sites (Whiplash!, Terra, UOL, IG) e programas de TV como (Vídeo Show, SPTV, RJTV, Metrópolis, A Noite é Nossa da TV Band, Central MTV, entre outros).
· Clips da banda sempre foram veiculados com destaque em canais como Multishow, MTV e
programas especializados.
· Já tocaram por diversas vezes nos Estados Unidos e também Europa (Itália, Suiça) e AméricaLatina (Argentina, Uruguai).
· A maior comunidade do “Oficina G3″ no site de relacionamentos “Orkut” possui mais de 260 mil membros, uma das maiores comunidades de bandas nacionais ou estrangeiras no Orkut.
O grupo ficou também entre as 50 bandas mais acessadas no MySpace em 2009, 10 e 11 e possui mais de 190 mil seguidores no twitter.
· Com dez trabalhos lançados, todos os últimos 7 lançamentos ganharam disco de ouro, superando 1 milhão de cópias vendidas no total. Um grande feito em época de pirataria e mp3.
· O CD “Depois da Guerra” venceu o Grammy Latino 2009, levou o grupo pela primeira vez ao Japão e faturou o Troféu Talento 2009 nas categorias “Melhor Banda” e “Melhor Álbum Rock”.
· O disco também deu origem ao DVD e Blu-Ray “DDG Experience”, gravado com câmeras de 35 mm digital em alta definição em Santa Bárbara D’Oeste/SP, lançado em 2010, sendo um dos primeiros do país a usar essa tecnologia.

sábado, 15 de setembro de 2012

Monster of Rock Amapá: Keona Spirit, Amatherasu e Serimonial Sombrio


Quando: Dia 6 de Outubro
Local: Teatro das Bacabeiras (2º piso MIS)
Horario: A parti das 19:00 horas

Local: Teatro das Bacabeiras (2º piso MIS)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Rock e Indústria Cultural


No início do século XX, Theodor W. Adorno – um dos mais proeminentes pensadores da Escola de Frankfurt – dedicou alguns dos seus textos para refletir sobre um fenômeno da chamada indústria cultural. Esse conceito, segundo o pensador, consistia em estabelecer quais as implicações do processo de mercantilização das práticas culturais. Segundo ele, desde o século XIX, a cultura passou a ser aviltada pelo interesse do sistema capitalista.

Para exemplificar seu raciocínio, Adorno buscou, principalmente na música, um exemplo dos problemas que implicariam na comercialização da cultura. Em seu famoso texto “O fetichismo na música e a regressão da audição”, o autor vai demonstrando quais seriam os problemas que a reprodução da música por meio do disco e do rádio trariam à cultura. Além disso, fazendo uma análise musical, tomando o jazz como principal referência, o autor vai demonstrando como determinados padrões de repetição estética empobreceriam o gosto musical das pessoas.

Em certa medida, as críticas deste pensador alemão em muito definem a situação da cultura e, por vezes, parece falar da situação contemporânea. Sem dúvida, nos dias de hoje, muitas pessoas moldam seu gosto musical por meio de padrões estéticos e simbólicos oferecidos pelos meios de comunicação. Ao mesmo tempo, as gravadoras cada vez mais se preocupam em vender do que privilegiar o processo criativo livre dos artistas.

As ideias de Adorno, elaboradas em 1938, estabeleceram uma visão apocalíptica sobre o futuro da música cooptada pela indústria cultural. No entanto, o surgimento de um novo estilo musical nos Estados Unidos viria a contrapor-se às teorias elaboradas pelo pensador alemão. O rock’n roll foi um estilo que surgiu entre a população jovem estabelecendo uma leitura das contribuições de três gêneros populares anteriores: o country, o blues e o jazz.

Utilizando as mesmas formas “limitadas” do fazer musical instituído no início do século XX, o rock utilizava de ritmos fortemente sincopados para falar sobre novas concepções de vida, amor e mundo. Mesmo em seus primórdios, onde as letras falavam do prazer de se dançar o rock ou situações românticas, podemos reconhecer visões de mundo que demonstravam as mudanças de valor que marcaram essa época. Nesse sentido, podemos ver no rock uma manifestação cultural capaz de pensar e refletir sobre o contexto de uma época.

Mesmo entre os roqueiros de grande projeção comercial, podemos notar a presença de canções onde a ingerência de uma indústria cultural parece ser falha. Já em 1956, a canção “Long Tall Sally”, de Little Richard, falava sobre as aventuras sexuais de um homem que buscava nas relações extraconjugais uma fuga das obrigações do trabalho e do matrimônio.

Até mesmo nas mais românticas canções de Elvis Presley, visto por muitos como um roqueiro demasiadamente comportado, vemos uma interessante contradição. A imagem máscula e atrativa do “rei do rock” fazia um interessante contraste com letras onde ele se mostra completamente subordinado à figura feminina. Em canções como “Hard Headed Woman”, “Teddy Bear” e “Devil in Disguise” temos claros exemplos da situação apresentada.

Por fim, poderíamos dizer que o rock morreu com a indústria cultural? Definitivamente, não. Basta lembrar que no início dos anos de 1980, o AC/DC, uma das mais cultuadas bandas do rock, detém a marca do segundo disco mais vendido da história. Caso esse argumento não seja bastante, podemos vislumbrar como uma banda fabricada como “The Monkeys” saiu para o trabalho independente e conseguiu boas vendagens combinadas com letras críticas como “Pleasant Valley Sunday”.

Sem seguir regras ou as exigências dos próprios fãs, esse gênero musical busca transgredir padrões e não cultuar o passado ou os primórdios de um tempo áureo. Por isso, o rock é uma forma de se conceber e não cristalizar a arte com criatividade e inovação. Clássico, pesado, pop, hard ou punk, o rock ainda presa por uma liberdade criativa que, talvez, nem mesmo Adorno pudesse ter imaginado.

ADAPTADO DE BRASIL ESCOLA